Residência digital para empreendedores digitais e investidores em cripto: uma identidade oficial emitida por um governo, obtida à distância, usada com clareza sobre o que ela faz e o que ela não faz.
O mercado vende a residência digital de Palau como “segundo passaporte” ou “residência fiscal em paraíso”. Ela não é nenhuma das duas coisas. Usada pelo que é, pode ser útil.
Uma identidade oficial emitida pelo governo de Palau, com cartão físico e versão digital.
Um documento de identificação adicional, aceito por alguns serviços que exigem verificação de identidade.
Um direito de estadia ampliada em Palau, por período limitado em cada entrada, com passaporte.
Não é passaporte nem documento de viagem.
Não é residência permanente nem cidadania.
Não dá direito de trabalhar em Palau.
Não muda sua residência fiscal nem suas obrigações no Brasil.
Conferência de documentos, preenchimento, acompanhamento do pedido e orientação para receber o cartão.
Onde a identidade de Palau é útil, onde não é aceita e como usá-la sem criar inconsistência com seus dados no Brasil.
Para quem precisa de empresa ou registro regulado, combinamos a residência digital com outra jurisdição, como El Salvador.
Declarações de criptoativos, tributação de ativos no exterior e residência fiscal, para a estrutura ficar coerente nos dois lados.
Na prática, nada muda sozinho. A residência digital não altera onde você paga Imposto de Renda.
Não para fazer o pedido, que é feito à distância. O cartão é enviado ao endereço informado.
Hoje a residência digital não inclui a abertura de empresa. Quando o projeto exige uma empresa, indicamos a jurisdição adequada e combinamos as duas estruturas.
Não. Para quem mora no Brasil, a tributação continua sendo a brasileira. O valor da residência digital está na identificação, não no imposto.
Às vezes resolve sozinha, às vezes precisa de outra jurisdição junto. O diagnóstico mostra qual é o seu caso.